segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

O amor é cego


O Amor é cego.
Jorge da Conceição.

“O amor é cego” é uma das peças mais estimadas da barrística popular estremocense, que está na origem do título deste post, hoje dia 14 de Fevereiro, Dia de São Valentim ou Dia dos Namorados, em que os amantes celebram o amor, a paixão e a partilha de sentimentos entre si.
Com este post, continuamos a associar provérbios da nossa tradição oral, a exemplares da barrística popular estremocense.
“O amor é cego” é um provérbio que traduz a cegueira do amor (falta de objectividade), relativamente à qual conhecemos provérbios, alguns dos quais admitem variantes, que considerámos desnecessário assinalar aqui:

- “A amizade deve ser vidente e o amor, cego.“
- “O amor é cego e a Justiça também.“
- “O amor é cego, a amizade fecha os olhos.“
- “O amor é cego, mas vê muito longe.“
- “O amor é cego. “
- “O amor não enxerga as cores das pessoas.“
- “O amor vem da cegueira, a amizade, do conhecimento.“
- “Quem anda cego de amores não vê senão flores.“
- “Quem o feio ama, bonito lhe parece.“

Porque estamos empenhados na recuperação da nossa literatura de tradição oral e na promoção da barrística popular estremocense, pensámos que este seria o post mais adequado ao dia de S. Valentim, já que assumidamente também acreditamos no amor.